Cada vez mais o conceito de ‘urban jungle’ (selva urbana) se difunde e as pessoas tentam trazer o verde para dentro de suas casas, apartamentos e escritórios. Para isso, o jardim vertical tem sido a principal escolha.
Facilidade para montar, auxiliada por rega automatizada, o jardim vertical é viável financeiramente e se encaixa na rotina das cidades e aos clientes mais descuidados.
Existem várias formas de criar uma parede viva e cada opção deve ser estudada para saber qual mais se adequada a cada ambiente e a cada tipo de planta que irá receber. Além disso, é importantíssimo que se saiba exatamente a insolação no local distinguindo áreas da parede que recebem sol da tarde, sol o dia todo, sol intenso, meia sombra, ou que sequer recebem os raios solares. Essa definição é fundamental para a escolha das plantas, controle da rega, e sobrevivência do jardim. A escolha da planta também é responsável por garantir que o sistema de fixação fique totalmente coberto caso não seja o de blocos.

Abaixo, algumas formas de fazer paredes verticais:

– Blocos pre moldados em cimento – ocupa mais espaço

Blocos com a planta Chifre-de-veado

– Bolsos de Bidim:

Bolsas em Bidim

Similar às bolsas de Bidim, o exemplo implantado na Av. 23 de Maio, em São Paulo

– Tela metálica com vasos pendurados:

Deve ser muito bem fixada uma tela metálica na parede, toda a fixação deve ser pintada também com impermeabilizante.

Exemplo de tela metálica fixada na parede onde os vasos são enganchados

– Suportes para vasos:

Suporte metálicos. É possível improvisar similares.

Lembrando que para todos os casos, deve ser impermeabilizada a parede atrás afim de evitar dor de cabeça futura com umidade seja na sua ou na propriedade alheia.

Além de um jardim vertical, a versão horta caseira tem aparecido cada vez mais.